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A mostrar mensagens de Março, 2014

O Top Em Análise

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«Flashdance...What a Feeling», de Irene Cara, está de novo, pela terceira vez, no comando do quadro de «singles» do «Top Música & Som».

Apenas por quatro vezes na vida deste top, um disco de 45 rotações conseguiu retomar o comando depois de o ter perdido por duas vezes. Aconteceu com «Ma Baker», dos Boney M., «Da Ya Think I'm Sexy», de Rod Stewart, «Enola Gay», dos Orchestral Manoeuvres In The Dark, e »Another Brick In The Wall», dos Pink Floyd. Este último disco detém o recorde de recuperações, pois perdeu o comando por três vezes e por três vezes o recuperou, no total de quatro  estadias em «top one».

O anterior líder, «Karma Chameleon» dos Culture Club, caiu para terceiro posto, sendo igualmente ultrapassado por «Amar Como Jesus Amou» de José Cíd.

Em álbuns, destaque para a estreia de «Can't Slow Down», segundo álbum a solo de Lionel Richie, que entra directamente para o quarto posto, numa altura em que «O Amor é a Moda», de Roberto Carlos, mantém a lider…

Compilações

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No tempo em que havia editoras discográficas em Portugal, era costume a publicação de colectâneas com os "maiores êxitos" nacionais e internacionais.

As editoras degladiavam-se com os seus catálogos e era uma profusão de títulos: Jackpot, Hit Parade, Genius, Super Disco, Hot Stars, Holiday Stars, Disco Stars, Fido, Os 22, Os Super 20, Vinte Super Bombas, Maxi Disco, Tutti Frutti, Disco Joker, Abana O Capacete...

Um fartote!

LPA, 21/06/2013
http://guedelhudos.blogspot.pt/2013/06/jackpot-e-outros.html

A Polygram foi a primeira Editora discográfica em Portugal a investir em televisão em compilações com a famosa etiqueta POLYSTAR.

Com as compilações "Nº 1" passaram a englobar temas de várias editoras no mesmo lançamento:

À excepção da Polygram as outras companhias, para combater a queda do single, associaram-se e semestralmente lançam compilações das canções mais comerciais sob o título «Nº1». O projecto, que inicialmente não teve grande impacto, tornou-se, em …

Tony Carreira, Mariza e Ana Moura entre os que mais vendem

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Em Portugal os artistas nacionais representam 90% das vendas de CD's, que totalizaram 37 milhões de euros em 2009. A indústria musical, a nível mundial, factura 120 mil milhões e dá trabalho a dois milhões de pessoas.

Tony Carreira, Mariza e Ana Moura entre os que mais vendem

O mercado português, queixam-se todas as editoras a operar em território nacional, é demasiado pequeno. A limitação que esta dimensão implica torna-se tanto maior quanto menor é o catálogo da editora. Se para as multinacionais (Universal, EMI, Sony e Warner) o equilíbrio financeiro se pode valer de dois ou três artistas de renome capazes de sustentar muitas outras apostas menos rentáveis, para as editoras nacionais o cenário só se desdramatiza quando conseguem que um tema dos seus artistas faça parte da banda sonora de uma novela.

Este é o discurso protagonizado pelos responsáveis das editoras. Mas os números mostram que a sua sobrevivência não está ameaçada. E o seu melhor sinal de vida chama-se música portu…