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A mostrar mensagens de Março, 2012

Disco de Ouro para os Green Windows

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Vi hoje num jornal da época que "Vinte Anos" (Green Windows) vendeu, pelo menos, 100 mil cópias; ou melhor, 100 mil cópias saíram da fábrica. O "disco de ouro" foi entregue por Paulo Gil, da VC, a José Cid. Estas coisas dos discos de ouro valem o que valem! O que acho curioso é o facto de ter sido a própria VC a outorgar o "prémio" (03JAN74), ou seja, uma entidade bem independente...

Luis Pinheiro de Almeida, 09/03/2012

AFP - Entrevista a Eduardo Simões (2004)

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Esse currículo [licenciamento em direito / passagem por lojas de discos e editoras] acaba por ser decisivo para a sua entrada, por concurso, na Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), estrutura colegial representando grande parte das discográficas portuguesas, multinacionais e independentes, que surge na sucessão, primeiro, do Grupo Português de Produtores de Fonogramas e Videogramas (GPPFV), e depois da União dos Editores de Video e Audio (UNEVA). «A AFP faz a sua escritura ainda em 1988 e eu começo lá a trabalhar em 1989, a partir do início».

Publicamente, a parte mais visível do trabalho da AFP é a elaboração dos tops semanais de venda, o combate à pirataria discográfica e a contabilização regular dos números do mercado discográfico. «Não é só isso. A característica mais interessante do meu trabalho é a diversidade — os contactos quotidianos com o estrangeiro sobre variadíssimos temas, desde estatística e legislação a temas gerais da indústria discográfica, constantes saídas à r…

Vendas de discos 1968

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O nº 2 da Cine-Disco trazia um inquérito nas discotecas, como dantes se chamavam as lojas de venda de discos, a empregados da Valentim de Carvalho, Melodia, Solidó e Roma, a propósito da música que mais vendia: mais de 75% estrangeira e pop. Entre a nacional, os êxitos de vendas ficavam por Amália, com "Caracóis"; o Quarteto 1111 e as canções "Perspectiva" e "Dona Vitória"; Carlos Paredes e "Romance nº 2" e ainda António Calvário com "Olhos de Veludo", finalizando com Tonicha e "Esperei".

Lá por fora, a música que se vendia por cá, era de Mary Hopkin (Those Were The Days), Beatles (Hey Jude), José Feliciano (Light My Fire), Roberto Carlos (Eu Te Amo) e os Mammas and Papas com "Dream A Little Dream Of Me".

Em Janeiro de 1969, o nº 3 da revista continuou a apresentar o hit parade das vendas de música.

Rapsódias do Mundo Moderno

11.2.07

Temas em destaque em algumas edições da Revista Flama - mercado de Lisboa

Hey Jude …